Peach Girl

>> segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Ahh...

Peach Girl, o mangá que era publicado no Brasil pela merda da Panini e que foi cancelada por um tempo, os leitores espernearam e o gibi voltou por mais duas edições para ser novamente cancelado faltando apenas 10 edições para ser concluído. Os desgraçados cancelar o gibi sem esperar que ele chegasse aos outros estados (maldita distribuição setorizada) para ver qual seria o resultado das vendas, e depois de tanto tempo parado também não fizeram uma propaganda decente anunciando o retorno do titulo. Assim só pode dar errado mesmo!

Mas hoje nesses tempos modernos não somos mais reféns desses desgraçados, pois temos os poderosos scans. Cancelaram?! Não tem problema! Uma turminha no Orkut está traduzindo o que falta, vamos aos scans que eles já tem:

# Volume 14 (BR 27/28)
●๋• Capítulo 01
●๋• Capítulo 02
●๋• Capítulo 03
●๋• Capítulo 04

# Volume 15 (BR 29/30)
●๋• Capítulo 01

Depois esses editores ficam putinhos com sites de scans, denunciando e o caralho, mas enquanto eles não respeitarem seus leitores eles vão tomar no cu direto e reto!

E eles estão fazendo por merecer.

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[Download] Sharivan para baixar

>> sábado, 16 de agosto de 2008


Com a derrota do grupo Maku, o Policial do Espaço Gavan é promovido a capitão e passa a patrulhar o Universo.
Para ocupar seu cargo aqui na Terra foi escolhido o jovem protetor florestal Den Iga, que depois de receber um ataque de Maku e ter ficado à beira da morte, foi levado até a estrela Bird, retornando como Detetive Espacial Sharivan.
Com o auxílio de sua parceira Lili, o herói defende o nosso planeta das mãos da Organização Esper Espacial Criminosa Madou, sob a liderança de Maosaik (Rei Demônio Psycho, no original).

Dublado, em mp4, hospedados no 4shared
01-Alucinacao
02-A nova cidade
03-A promessa
04-O plano Maycom
05-A melodia de Yoko
06-A floresta ameacada
07-Quem sou eu
08-A poluicao do rio
09-A casa fantasma
10-O castelo da alucinacao
11-Os seres da estrela do mal
12-Operacao meus amigos
13-A verdadeira forca e o amor
14-Enigmatica heranca
15-A ilha da fortaleza
16-A perigosa melodia
17-A estranha viagem pelo tunel
18-O ataque do missil meteorito
19-A misteriosa ilha
20-A descoberta do cristal iga
21-O ataque ao Grand Bus
22-Ameaca de morte a tenista
23-A copia do ser humano
24-Os insetos nocivos
25-Na marca dos poderosos
26-A volta da paz no parque
27-O fugitivo
28-Violencia contra os genios
29-O contrabando de armas secretas
30-A transformao das maes
31-Onde andam Miyuki e o cristal iga
32-Operacao laranja
33-A viagem relampago
34-Convite ao mundo espiritual
35-O amor e a luz da vida
36-Os dois guerreiros espaciais
37-A estranha flor venenosa
38-A traicao no castelo da alucinacao
39-A boneca amaldicoada
40-A grande videncia, a explosao do universo
41-A fortaleza subterranea
42-A partida da guerreira espacial
43-As lagrimas de amor de mae e filha
44-Cinderela dos sonhos
45-Convite aos mini-astros
46-A promessa do pai no dia do aniversario do filho
47-A espada demoniaca
48-Mimi
49-Gamagon
50-Mao psycho e imortal
51-Raio solar, super energia



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O Batman e o Coringa definitivos

>> sexta-feira, 15 de agosto de 2008

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O Espetacular Homem-Aranha

>> sábado, 9 de agosto de 2008

Titulo Original: The Spectacular Spider-Man
Ano de Lançamento: 2008
Qt. de temporadas: 1
N. de episódios: 13

Descrição: A nova série animada do Homem-Aranha, The Spectacular Spider-Man, uma parceria do Marvel Studios com a Culver Entertainment (do departamento de animação do grupo Sony), e vai ao ar no horário Kids' WB! do CW (aos sábados pela manhã! A supervisão de produção é de Greg Weisman (The Batman) e a de direção é de Victor Cook (Hellboy: Blood and Iron). A nova série animada começa sua mitologia no início da carreira de herói do Escalador de Paredes, mostrando-o aos 16 anos de idade. Depois de passar o verão descobrindo seus novos poderes e lutando com criminosos comuns, Peter Parker agora precisa conciliar a pressão da vida adolescente, seus problemas financeiros e seu azar no amor, com o combate à vilões do calibre do Doutor Octopus, Duende Verde, Electro, Venom, entre outros!

Idioma: Inglês
Legenda: Português
Qualidade: Boa
Servidor: 4Shared

1ª Temporada:
Episódio 01 - Survival of the Fittest
Episódio 02 - Interactions
Episódio 03 - Natural Selection
Episódio 04 - Market Forces
Episódio 05 - Competition
Episódio 06 - The Invisible Hand
Episódio 07 - Catalysts
Episódio 08 - Reaction
Episódio 09 - The Uncertainty Principle
Episódio 10 - Persona
Episódio 11 - Group Therapy
Episódio 12 - Intervention
Episódio 13 - Nature vs. Nurture

Fonte

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Interrogatório do Batman

>> sexta-feira, 8 de agosto de 2008

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Enfia a Múmia no cu

>> domingo, 3 de agosto de 2008


Antes de começar eu gostaria de deixar uma coisa bem clara aos senhores: Brendan Fraser é um merdinha, vá ser mau ator assim na puta que o pariu! Pronto, podemos começar.

Este Sábado tive a infelicidade de ir ao cinema ver A Múmia 3: Tumba do Imperador Dragão, acho que sou amaldiçoado por essa franquia, pois para minha infelicidade fui ver os três no cinema. O primeiro fui por vontade própria, eu era bobão na época, mas esperto o suficiente pra perceber o quanto aquilo era ruim. O segundo eu não queria ir, mas insistiram e eu fui, e para a minha desgraça além do filme ser ruim tinha um moleque filho da puta atrás de mim, que ficava o tempo todo perguntando ao pai o que estava acontecendo (o filme era legendado) e ainda por cima ficava chutando a minha cadeira o tempo todo, e mesmo depois que eu reclamei com o desgraçado aquele banana que botou cria ruim no mundo não fez o moleque parar. Um desgraçado desses devia ser capado!

Nas ultimas vezes que fui ao cinema esse ano sempre passava o trailer desse, e eu convicto a não ir, mas acabei indo graças ao mais estúpido, idiota e bestas dos motivos: uma racha. Isso mesmo uma mulher, garota bonitinha e tal, trepa gostoso, mas burra até não poder mais! Eu já estou planejando como vou terminar com ela (só não fiz isso ainda pois faltou ela me ceder a parte de trás), mas como isso ainda não aconteceu fui com ela nesse filme para agradar, e descobri amargamente que pior que pagar pra ver um filme que você não quer, é pagar pra outra pessoa ir com você.

Como se não bastase, ainda teve o lanche. Não sei que graça o pessoal vê em fazer piquenique no cinema, refri, pipoca, salgadinho e etc. A guria parecia um animalzinho comendo aquilo, fiquei enojado com aquela cena. Quando começou o filme pelo menos consegui dar uns pegas nela, mas não muito pois ela queria mesmo ver o filme, e como se não bastasse ainda tinha um velhinho sentado ao meu lado que não parava de peidar, e era um peido podre, parecia carniça, aquele lá morreu e esqueceram de enterrar.

O filme?! Adivinha, uma porcaria, efeitos bons, mas o enredo não convence, e eu que esperava pelo menos umas boas cenas de porrada do Jet Li me decepcionei, pois na maior parte do tempo ele está como estátua, e quando finalmente se torna imortal ele fica se transformando em dragão, cachorro e bambi. Siga o meu conselho e pegue isso em dvd pirata ou baixe na internet, mas não gaste seu dinheiro que não vale a pena.

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TDK: O melhor filme do morcego


Antes de ir ao cinema ver o novo filme do Batman eu estava pensando em colocar aqui uma piadinha do tipo "o filme é muito bom, só faltou o Nick Fury aparecer pra ficar perfeito", mas depois que vi o filme desisti da idéia, pois o filme é muito mais do que essas punhetas de nerd de encontrar o Stan Lee nas cenas ou cronologia no cinema.

Se em Begins tivemos um filme que foi um alento para tantos filmes fraquinhos com o morcego, em TDK temos um dos melhores filmes de super-heróis. O principal erro de Begins que era a putinha do Tom Cruise foi corrijido e ela foi substituída por uma atriz de verdade.

Mas sem duvida a melhor coisa do filme é o Coringa, ao invés de perder tempo mostrando uma origem vamos logo a parte que interessa, que é mostrar como ele conseguiu se tornar o pica-grossa do Submundo de Gotham, e Ledger foi perfeito no papel, Jack Nickolson que se recolha à sua insignificância, pois agora o Bobo, o Palhaço, o Joker, o Palhaço é o Heath Ledger. Uma pena que ele tenha morrido, uma continuação sem ele não vai ser a mesma coisa.

Parabéns ao Christopher Nolan, pois esse sabe fazer um filme de super-heróis, ao contrário de outros diretores que conseguem detonar uma franquia já judiada com uma bosta de filme que se tiver continuação vai ser com um orçamento reduzido.


(sim, eu adoro encerrar os posts de filmes da DC/Warner com essa imagem)

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[Download] Metalder para baixar

>> sábado, 2 de agosto de 2008



Entre o final dos anos 80 e início dos 90, as emissoras brasileiras viram-se invadidas por seriados live-action japoneses. Graças ao sucesso estrondoso de Jaspion e Changeman na extinta TV Manchete, a invasão dos heróis e monstros coloridos inundou a programação das TVs, lojas de brinquedos, locadoras e bancas, num fenômeno parecido com a atual febre por animês.

Black Kamen Rider, Jiraiya, Cybercop, Lion Man e tantos outros se revezavam nos horários, com tramas, lutas e clichês repetidos à exaustão. Cheia de lutas acrobáticas, explosões e edição ágil, a maioria destas séries não se levava muito a sério, sendo uma diversão rápida e sem grandes pretensões. No entanto, em meio à selva de tipos estranhos, uma série passou quase desapercebida por ter sido exibida na Bandeirantes e em horários ruins. O seriado era Metalder - o Homem Máquina, uma produção até ousada para os padrões do estúdio Toei Company, que faz seriados literalmente em linha de montagem. Com roteiros mais elaborados, Metalder foi um caso à parte.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

A série conta a saga de um poderoso andróide construído na Segunda Guerra. Sem ser ativado devido à derrota japonesa, o construto foi abandonado. Quarenta e dois anos depois, ele é ressuscitado por seu criador, o Dr. Koga, a fim de combater o Império Neroz.
Liderada pelo grande empresário Makoto Dolbara, alter ego do Imperador Neroz, esta organização é um exército que usa de terrorismo para prejudicar ou eliminar concorrentes no mundo dos negócios. O Império possui quatro subdivisões: as Tropas Monster, Cibernética, Mekanol e Blindada.
Tendo despertado confuso, o andróide Hideki Kondo (Ryusei Tsurugi, no original) presencia a morte de seu criador perante soldados de Neroz. Então, assume sua forma de combate e trava a primeira luta contra os vilões, sofrendo sua primeira derrota.
Hideki fora criado com os padrões físicos e psicológicos do falecido filho do Dr. Koga, herdando também a capacidade de tocar sax. Em certo ponto da série, Hideki questiona-se sobre sua identidade e individualidade (alguém aí se lembrou da questão da clonagem?).
Pouco depois de seu árduo despertar, ele conhece a bela repórter fotográfica Maya Aoki (Mai Ougi, no original), uma jovem corajosa e meiga. Com seu jeito nobre e atencioso, o andróide desperta o amor de Maya, que logo passa a ajudá-lo nas investigações sobre as atividades ilegais do Império Neroz. A eles, junta-se o impetuoso motoqueiro profissional Satoru, que vê Hideki como um amigo fiel, mas também um rival pelo coração de Maya.
Na luta contra o Império Neroz, Metalder conta com a ajuda das sofisticadas criações do Dr. Koga, inclusive Springer, um doberman-robô falante e auxiliar do herói em sua base secreta. Nas batalhas que se seguem, alguns soldados de Neroz rebelam-se contra o mestre, com destaque para o poderoso Top Gunder. Cheia de reviravoltas, a série termina com o sacrifício do herói, que destrói o Imperador Neroz, mas também perde sua parte humana.
BASTIDORES
Com a produção econômica típica dos seriados da Toei Company, Metalder destacou-se ao tentar atingir um público mais velho investindo em tramas mais elaboradas. Ponto também para o brilhante compositor Seiji Yokoyama, autor também da trilha sonora de Cavaleiros do Zodíaco. A música-tema foi entoada em tom grandioso por Isao Sasaki, o mesmo intérprete da canção-tema do clássico Patrulha estelar.

O design, providenciado pelo hoje famoso cineasta, Keita Amemiya, era baseado em um antigo herói de mangá, Kikaider. Entre os roteiristas, o veterano Shozo Uehara, que escreveu episódios de Ultraman, Ultra Seven, Jaspion e Black Kamen Rider.
O elenco, por sua vez, era mais irregular. O ator principal, Akira Senoh, era inexpressivo, tal qual um robô (mas não precisava ser tanto), e configurava-se no ponto mais fraco do elenco. Na série, destacava-se a modelo Hiroko Aota, no papel de Maya.
Na segunda metade da saga, entrou em cena o motoqueiro falastrão e boa-praça Satoru, vivido pelo ator Hiroshi Kawai (atualmente assinando Kazuoki Takahashi, seu nome verdadeiro), o Change Griphon do grande sucesso Changeman. Shinji Todoh, a identidade humana do Imperador Neroz, interpretou o Homem-Aranha na versão japonesa do herói (leia mais aqui).
Em vez do tradicional monstro da semana, freqüentemente Metalder enfrentava grupos inteiros de inimigos, tendo sérias dificuldades em vencer. Longe de contar com um herói imbatível e dominada por um clima meio depressivo, a série não fez sucesso no Japão.
Nos anos 90, Metalder foi adaptado nos Estados Unidos e editado junto com a série Spielvan como parte do seriado VR Troopers. Nesta medonha versão, o herói foi rebatizado de Ryan Steele e descaracterizou-se por completo. Felizmente, o público brasileiro pôde ver a série original antes que Troopers fosse exibido na Globo.
Completando quinze anos de seu lançamento, Metalder permanece até hoje como uma obra diferenciada e à frente de seu tempo.
Ficha técnica:
Título original: Cho Jinki Metalder (Super-homem máquina Metalder)
Estréia no Japão: 16 de março de 1987
Número de episódios: 39 para TV e um para cinema
Criação: Saburo Hatte
Roteiro: Susumu Takaku, Shozo Uehara e outros
Desenho de produção: Keita Amemiya
Trilha sonora: Seiji Yokoyama
Direção: Yoshiji Tomita, Takeshi Osasawara e outros
Realização: TV Asahi, Toei Company & Asahi Tsushinsha (ASATSU)
Distribuição: Tikara Filmes
Emissora no Brasil: Bandeirantes

Elenco: Akira Senoh (Hideki Kondo), Hiroko Aota (Maya Aoki), Hiroshi Kawai (Satoru), Shinji Todoh (Makoto Dolbara)

01 – O portal de Neroz
02 – Eu sou o Universo
03 – O homem-máquina
04 – Metalder versus Torped
05 – O assassino profissional
06 – Pugilista em ação
07 – As chamas do desafio
08 – A despedida de Barlock
09 – O Sonho e a esperança
10 – O robô filarmônica
11 – Caça ao ex-alfa
12 – O cerco dos ninjas
13 – O fugitivo
14 – A guerreira Madonna
15 – Amor de mãe
16 – O motoqueiro rival
17 – O desertor
18 – Informações secretas
19 – A volta triunfal de Top Gunder
20 – A tropa Mecanol em combate
21 – O mistério do vaga-lume
22 – A guerra sobre patins
23 – O diário de um fugitivo
24 – A Pantera Vermelha
25 – As olimpíadas do Colosso
26 – O confronto dos bruxos
27 – Reencontro inesperado
28 – Jovens imbatíveis
29 – A triste história de um cão
30 – Silvercaps em perigo
31 – Instante fatal
32 – Flor amaldiçoada
33 – Amizade em risco
34 – As mil e uma faces de Neroz
35 – O império do mal
36 – A missão da Unidade Cibernética
37 – A ruína do Colosso
38 – Contra-ataque sangrento
39 – Eternamente Metalder




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Emir Ribeiro: o bosta!

>> domingo, 27 de julho de 2008



Crianças, o vídeo acima mostra ele, o grande, o magnânimo, o primeiro e único mestre Emir Ribeiro, um cara que se acha a ultima bolacha do pacote da hq nacional.Esse vídeo faz parte do programa Documento Especial, que falou sobre os quadrinhos undi-grundi aqui no Brasil, aliás esse programa foi uma das coisas mais toscas, bizarras e engraçadas que eu já vi, assim que tiver um tempinho sobrando coloco isso tudo no YouTube pra você sentir o drama.

Mas... quem é Emir mesmo?

Já falei dele aqui antes, mas falemos novamente: Emir é um desenhista que criou uma personagem quando era moleque, uma tal de Welta, feita para ele bater sua punheta, até aí normal, afinal ele era um moleque, o problema é que até hoje, com mais de 50 anos na cara ele continua com essa ideia medíocre de uma mulher gigante de teta murcha e que solta raios pelo cu para satisfazer a sua punhetinha. Emir não evoluiu como artista, fica com essa porcaria de personagem que tem como vilã um traveco alienigina (o Ronaldo talvez goste) que tem poder do mijo àcido (isso é sério, o poder "dela" é esse) que ele criou de palhaçada para mostrar aos coleguinhas dele de 13 anos no colégio e poder se perfazer. E ainda por cima encontrou um bando de retardados na internet como Blenq, Lapada e outros menos cotados para ficar dando valia a esse lixo e fazendo auê em cima do mestre, dizendo que ele é melhor que Alan Moore (mas logo depois os palhaços ao serem contestados confirmam que nunca leram um gibi do Moore na vida).

Agora você deve estar se perguntando o porque de Welta ser tão ruim, como explicitar todos os motivos iria me encher de náuseas, a seguir coloco um texto do meu considerado JRP (o mais novo censurado do Blogger, parabéns ) que explica direitinho o porque disso ser tão ruim.

Eu fiz um sacrifício imenso: despi meus preconceitos, tirei o asco e segurei a bronca.
Assim, li algumas histórias da Welta e vou dar minha opinião desprovida de paixão, rancor ou o que quer que seja. Serei frio e técnico.
Foi difícil. Mas acho que consegui. Mas foi foda.

1 - Até onde pude compreender, pois a história da personagem não faz muito sentido, Welta é uma experiência meio maluca de um alienígena pervertido. Nada, nada, nada de original. A não ser a disformidade física ao qual ela foi submetida, visando materializar o objeto lúdico de adoração sexual do autor. Por aí já se percebe que Emir Ribeiro não tem intimidade alguma com o quesito "criação". Mas acho que sou exigente demais, não se pode esperar qualidade numa masturbação. É o cara se divertindo e acabou. Podia ficar só nisso mas...

Nas HQs de super-heróis o personagem recebe o poder, o desenvolve ou já nasce com ele. Emir apelou para a opção que acho mais interessante pois esta abre possibilidades do personagem extrapolar o lugar-comum e o autor pode mostrar realmente sua capacidade criativa, abordando seres e universos distantes.
Porém, percebi que a limitação criativa do Emir torna qualquer divagação descartável.
Ele não quer fazer HQ de qualidade. Ele não quer nem contar uma história, nada.
Welta é seu brinquedinho. Um senhor de mais de 50 anos brincando de fazer gibi erótico.
Não pode sair nada de bom nisso.

2 - A opção que se teria na história é um aproveitamento da temática de "mutação" inserindo a personagem num palco brasileiro. O que por si só seria deveras interessante mas, de novo, Emir Ribeiro desperdiça a chance e mantem-se apenas e tão somente em situações que explorem os "dons físicos" de Welta. Daí, da-lhe pose, da-lhe enquadramento e tome lá sexo, num ambiente "retrô" que evoca quadrinhos ruins.
(Será que a mulher brasileira, conforme alardeia os seguidores do Emir, é essa coisa amorfa, caquética, torta, desproporcional e sobretudo ariana?)

3 - Emir Ribeiro tem um controle de enquadramento interessante, mas isso nada vale, pois ele rascunha mal suas histórias. Algumas cenas e situações são rápidas demais, com poucos diálogos (alguns dos quais mal escritos e com grosseiros erros de português, sinal que ele não revisa lá muito bem o que escreve ou não tem toda essa cultura que tanto arrota) e com uma trama que é aparentemente complicada mas que ninguém se iluda: é que mal feita mesmo.
Ele tenta emular o que gosta. E ele curte adoidado quadrinhos de super-heróis. Nada de mais. Só que a emulação sai aquém do que há de pior nas HQs de suer-heróis.
Assim, ao invés de fazer algo novo, diferente ou mesmo ousado, ele consegue tornar o tema ainda pior!
Emir Ribeiro é um Midas ao contrário: tudo o que toca vira lixo.

4 - Nacionalismo? Tá.
Ao invés de voltar-se ao Brasil, Welta luta contra aliens, bandidos, enfim, seu universo de vilões são decalques dos clichês mais comuns dos quadrinhos de super-heróis. Até aonde li, pois minha paciência e meu estômago têm limites (e minha mãe não me criou pra perder meu tempo com sofrimento), a marca registrada nas histórias dela é o imenso amadorismo.
O Emir joga fora temais atuais e se mantém firme apenas no seu regionalismo com uma fajuta proposta de denuncismo, apresentando uma personagem que é um híbrido de nada com coisa alguma mas que tenta ser uma ponte entre os quadrinhos de ação para jovens que leva alguma referência "brasileira". E faz isso novamente sem sucesso pois as histórias não entusiasmam exatamente por serem arcaicas em sua concepção.
Welta nasceu velha.

5 - De volta à história, Emir tenta elevar a temática com situações adultas. Ele quer forçar uma barra e, quem sabe, "cutucar" o leitor. Só que ele também não consegue pois a concepção de mulher que Emir quer passar é uma das mais chulas e baixas. Que podiam funcionar nos anos 60/70 mas hoje são de um anacronismo gritante.
Emir não tem comprometimento com o leitor, nem com quem compra seu gibi. Ele está escrevendo e desenhando para ele mesmo.
Por isso Welta transa e faz surubas, mas nada explícito (pelo menos não na "cronologia oficial") pois na mente pervertida do autor ela está reservada para ele mesmo.
Welta é colocada como uma "mulher liberal" mas não existe liberalidade mas, sim, promiscuidade... ao mesmo tempo que banha-se a putaria com um lado moralista pois Welta tem namorado! Ou seja, ao mesmo tempo que quer criticar a sociedade, Emir apresenta mais moral. Brilhante isso, não?
Emir Ribeiro quer ousar mas ele mesmo se auto-censura tanto que o resultado final é pífio, trágico ou simplesmente ridículo: ele estrelinhas nos seios das personagens e camufla pênis.
Por outro lado, a violência é explícita.
Isso sim é que é jogar fora a própria liberdade.

6 - A concepção de Welta prescinde de fundamento. Emir escreve o que lhe dá na telha e pesca as referências de seus gibis preferidos. Nada é autêntico, nada é original, tudo ressente à mofo.
Ele faz seus fanzines como quem se masturba: vai como vier, faz como der e que se dane tudo.
Planejamento, revisão, objetividade, tudo que tange, enfim, à criação de uma HQ industrial e, portanto, comercial, são descartados.
Isso seria esperado de um fanzineiro mas Emir Ribeiro já deveria ter amadurecido e adqüirido tarimba o bastante para fazer uma HQ impecável.
Mas não faz. E duvido que um dia venha a fazer pois ele errou tanto que seu Ego veio em seu socco, lhe impedindo de se ver como realmente é: um péssimo artista, senão um dos piores do Brasil.

7 - A contradição maior em Welta não é o desenho em si. É a insistência de seu autor em não se envergonhar por cometer tamanha afronta.
Suas personagens são mal desenhadas. Porém, eu vi ilustrações boas feitas por ele visando agradar, claro, os gringos.
Então, pelo amor do santo guarda, porque esse homem não desenha direito suas próprias e malditas histórias?
Pior do que desenhar datado e lembrar muito os comics dos anos 70, o desenho que Emir faz é feio para caralho. Não feio no sentido Crumb ou Henfil (que eram "feios" por opção, mas ambos eram mestres no desenho), feio no sentido de desleixo, pouco caso, preguiça, amadorismo e, claro, vagabundagem.
Um ilustrador é bom o tempo todo. Ele não fica vacilando. Faz direito sempre, até no rabisco do banheiro.
Só que o Emir Ribeiro é um largado, um encostado que erra por descaso para com a própria criação, pois a verdade é que ele está pouco se fodendo pra tudo. Essa arrogância estúpida é a marca registrada do frustrado que, diante do fracasso profissional, reflete em seu trabalho autônomo sua amargura para com os próprios quadrinhos!
Num primeiro momento pode parecer "independência criativa" mas, no caso, é a mais pura birra de menininho mimado que, adulado pelos fãs, sempre se acha certo. De tanto que mentiram pra ele, ele se acha bom e se fechou às críticas.
Mas a verdade está aí, impressa nas páginas de sulfite Chamequinho aonde a Welta desfila sua monstruosidade nojenta.

8 - Inevitavelmente eu comparo os desenhos do Emir com artistas brasileiros de quadrinhos sérios: Mozart Couto, Rodval Matias e meu considerado Alan Voss. Esses artistas tem um imenso cuidado com suas obras e fazem desenhos que não ficam atrás de Manara, Goscinny ou Hugo Pratt. O Emir segue uma escola diferente, é verdade, mas nem por isso ele precisa ser tão preguiçoso.
Não espero que ele saiba escrever um bom roteiro mas desenhar é sua profissão. Ele já deveria ter aprendido que quem é bom assim o é o tempo todo! Não apenas quando lhe convém.
Mas as razões psicológicas do Emir ser quem é estão aí pra quem quiser ver.

O Emir é um Nagado.

9 - Emir se acomodou. Ele não desenha mais para os EUA e, talvez por isso, não se preocupa com qualidade. Vive de glórias imaginárias e se embebeda com a bajulação de fãs idiotas e artistas que se aproveitam de sua atenção para se auto-promoverem: são parasitas se alimentando da carcaça do fracassado.

10 - Pra terminar, eu conheci a Welta quando eu tinha uns 12 anos, por um fanzine emprestado por um amigo meu. Para minha surpresa, mesmo depois de quase 30 anos de produção, Emir continua fazendo a mesmíssima coisa, abordando a mesmíssima personagem e, pior, não criando absolutamente nada de expressivo além de Welta.
Porque ela é a tara, a fixação, a obcessão do sujeito. Mas é uma obcessão que lhe tolheu a capacidade criativa (se é que um dia teve alguma pois ao ver seu histórico, seus personagens são de um superficialismo atroz).
Talvez para compensar seu fracasso criativo e editorial ele precise apelar para tantas mentiras e lorotas entre os fãs da Internet mas, o que interessa pra nós, leitores, são quadrinhos bons, bem escritos, bem desenhados e com histórias bacanas que não sejam um mero desfilar de um machismo antiquado permeado de seios murchos e mulheres levianas.

Assim, Emir Ribeiro é muito, mas muito ruim e seus fanzines não prestam nem pra forrar gaiola de passarinho: a merda que cai ficaria ofendida!

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A nova mancada do Will Smith


Hancock é o filme mais recente do Will Smith que chegou aos cinemas. Fui ao cinema sem grandes pretensões, pois os últimos filmes dele foram muito fracos, mas fracos mesmo! Hancock conta a história de um super-herói todo fudido, bêbado, largadão e odiado pela população da sua cidade devido aos acidentes que ele causa durante os salvamentos. Tudo ia mau até que Hancock encontra um relações públicas que quer ajuda-lo a ser aceito pela população.

O filme tem boas cenas de ação, cenas engraçadas e tal, mas ao sair do cinema fica aquela sensação de que faltou alguma coisa, que poderia ser melhor. Hancock é apenas mais um filme descartável do Will, cinco minutos depois de sair do cinema eu já havia esquecido boa parte do filme, lembrando apenas do esqueleto básico da trama. O que me deixa chateado é que o Will poderia ser mais que isso, ele não como o Tom Cruise por exemplo, esse é péssimo mesmo, ele já alcançou o teto do que ele pode ser como ator, já Will Smith tem talento para mais, mas prefere fazer esses filmes fraquinhos. Mas o público parece não se importar, não querer mais, então está ai o resultado: um talento desperdiçado.

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